COMO FAZER AMIGOS E INFLUENCIAR PESSOAS, LIVROS

Não critique, não condene, não se queixe – Parte1 / Princípio1

Bem-vindo ao resumo do livro “Como fazer amigos e influenciar pessoas”

Tentei extrair o melhor de cada capítulo e inserir comentários que possam contribuir com o fácil entendimento do conteúdo.

PARTE 1 – Técnicas fundamentais para lidar com pessoas.

“Se quer tirar o mel, não espante a colmeia”.

Eu aprendi com o famoso psicólogo Skinner, que um animal que é recompensado pelo bom comportamento aprenderá com maior rapidez e reterá o conteúdo aprendido com maior habilidade do que um animal que é castigado por mau comportamento. Estudos mostram que o mesmo se aplica ao homem. Através da crítica não operamos mudanças duradouras e consequentemente ocorre o ressentimento.

A crítica é fútil, porque coloca o homem na defensiva, e, comumente, faz com que ele se esforce para justificar-se. A crítica é perigosa, porque fere o precioso orgulho do indivíduo, alcança o seu senso de importância e gera o ressentimento.

“Com a mesma intensidade da sede que nós temos de aprovação, tememos a condenação”. Hans Selye 

O ressentimento que as críticas geram podem desmoralizar os empregados, os membros de uma família e os amigos, e ainda assim não melhorar a situação.

Tenhamos em mente que a pessoa a quem vamos criticar e condenar, provavelmente, se justificará e, nos condenará de volta.

Você conhece alguém a quem deseja modificar, aconselhar e melhorar? Sim? Isso é muito bom! Pois eu também… Eu estou fazendo isso nesse exato momento, e na verdade, pra ser bem sincera, eu faço isso de trocar e transmitir conhecimento porque eu quero melhorar a mim mesma, é isto que eu também estou fazendo, quando eu transmito, eu aprendo, habilidade aprendedora/educadora. Pra mim, esse é o meio mais fácil de aprender, tentando ensinar outras pessoas.

Mas antes de tudo devemos começar por nós mesmos, de um ponto de vista eminentemente egoísta é muito mais proveitoso do que experimentar melhorar os outros, e um pouco menos perigoso.

Se você e eu quisermos evitar amanhã um ressentimento que poderá prolongar-se por décadas e durar até a morte, sejamos indulgentes e não critiquemos, pois assunto nenhum justifica a crítica.

E pra ficar claro, estamos falando aqui daquelas críticas que diariamente temos vontade de profanar, aquelas críticas que fazemos quando queremos desabafar, principalmente, e afrontar. Na minha opinião, as críticas que chamamos de construtivas são muito importantes, são elas que fazem as coisas andar, e nos fazem crescer. Então, temos que ter sabedoria pra saber diferenciar.

Sempre que pensarmos em fazer uma crítica devemos lembrar que estamos tratando com pessoas que são emotivas por natureza, suscetíveis às observações norteadas pelo orgulho e pela vaidade.

Qual foi o segredo do sucesso de Benjamin Franklin?

“Não falarei mal de nenhum homem” disse ele, e “falarei tudo de bom que souber de cada pessoa”.

Em lugar de condenar os outros, procuremos compreendê-los. Procuremos descobrir por que fazem o que fazem. Essa atitude é muito mais benéfica e intrigante do que criticar; e gera simpatia, tolerância e bondade.

Conhecer tudo é perdoar tudo.

É bonito este ensinamento, não é mesmo? Sei que não é fácil simplesmente implantar isto em nossas vidas, como tudo que fazemos, tudo é hábito; e que tal começarmos aos pouquinhos, analisando nosso comportamento e agindo diferente de como estamos acostumados!? No começo vai ser estranho, difícil, mas tudo pode ser alterado, até nosso comportamento. 😉

Nosso primeiro ensinamento é: Não critique, não condene, não se queixe.

Fonte: Alguns conceitos extraídos do livroComo fazer amigos e influenciar pessoas”

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