AS SETE VIRTUDES DO LÍDER AMOROSO, LIDERANÇA, LIVROS

O Líder Resiliente.

A palavra “resiliência” é proveniente do mundo da física e significa a capacidade dos materiais de resistirem aos choques. As ciências humanas tomaram emprestada a palavra e o conceito e passaram a chamar de “resilientes” as pessoas capazes de resistir às piores crises sem sucumbir.

Todos nós temos um certo índice de resiliência, porém aqueles que quiserem se tornar líderes melhores deverão desenvolver esta capacidade ao máximo.

Quando Gandhi manteve-se firme em sua resistência não-violenta, estava animado pela mesma força natural que trazemos até mesmo em nossa constituição física. Mães que perdem seus filhos, crianças que perdem seus pais, empresários que vão à falência… todos precisam de resiliência para manter a sua integridade física e emocional. No fundo é isso que está em jogo: a nossa integridade.

Um exemplo bastante claro é o que acontece com pessoas que acidentalmente perdem uma parte do corpo. Os mais resilientes chegam a dimensionar as habilidades dos outros membros, tornando-se capazes até mesmo de praticar esportes normalmente. As paraolimpíadas são um exemplo desta força de superação.

O líder resiliente é capaz de relevar as situações mais dolorosas e passar adiante. Ele “tudo desculpa”, e não se trata somente de perdoar, mas de ser soberano diante da agressividade do outro e da vida que nos machuca.

O líder resiliente precisa de metas de curto, médio e longo prazos. Precisa desenvolver esta capacidade de atribuir sentido às coisas mais banais. Deve exercitar esta capacidade de festejar cada nova conquista, sabendo ainda que não chegou à vitória final.

Não é difícil concluir que a resiliência deve ser cuidadosamente cultivada pelo líder e pela empresa. No mercado competitivo em que vivemos, a cada dia enfrentamos um novo desafio, e às vezes, muitas vezes, você e sua empresa sentem-se ameaçados pelo mercado, e é necessário se reinventar para sobreviver. Os resilientes não se apavoram. Ao contrário, sentem-se mais motivados diante dos desafios que os obrigam a navegar para o novo.

Muitos estudiosos procuram entender a dinâmica de funcionamento da resiliência. No Brasil, um dos principais é o George Sousa Barbosa, que defendeu tese sobre o assunto em 2006, na PUC de Sâo Paulo. Segundo ele, existem “sete fatores de resiliência” que podem ser mensurados:

-Administração das emoções;
-Controle dos impulsos;
-Otimismo;
-Análise do ambiente;
-Empatia;
-Auto-eficácia;
-Conectar com pessoas.

O líder deverá saber exercitar cada um destes fatores para potencializar sua resiliência, ou seja, ser calmo e otimista; analisar o ambiente para identificar de onde está vindo o problema; ser solidário com pessoas que estão sofrendo a mesma crise; ter a certeza interior da vitória; não ter receio de pedir ajuda.

Como se tornar um líder resiliente?

Acredite na sua força interior de recuperação! Olhe adiante e tenha sempre as metas em mente. Exercite-se em atribuir um sentido a cada coisa, até mesmo às tristezas e aos fracassos. Aprenda sempre! Na hora da crise, mantenha-se calmo e controle seus impulsos. Saiba onde está pisando. Mantenha vínculos de empatia com as pessoas. Lembre-se que o seu capital maior não está nos investimentos, no dinheiro que possui, e sim, em você mesmo.

Fonte: Alguns conceitos extraídos do livro “As sete virtudes do líder amor

Anúncios
AS SETE VIRTUDES DO LÍDER AMOROSO, LIDERANÇA, LIVROS

O Líder Honesto.

Um líder honesto, tem caráter e personalidade.

Ser honesto é um bom ou um mau negócio?

Alguns tem a resposta na ponta da língua:
-Se vivêssemos em um país sério, os honestos seriam ricos. Mas do jeito que as coisas andam, somente os desonestos é que conseguem levar a melhor.

Pode até ser verdade. No entanto, o líder que é honesto, é o líder que pensa na honestidade como o amor pelo bem comum. O que está em jogo é a verdade.

Para alguns, a verdade é uma elaboração pessoal. Cada um tem a sua própria verdade. Porém, este relativismo subjetivista não se sustenta. As coisas são o que são e honestidade consiste em reconhecer a realidade tal qual ela é, sem maquiagem nem distorções. Portanto, o líder honesto é acima de tudo uma pessoa realista e que não tem medo de encarar os fatos. Ele tem os pés no chão.

Os líderes desonestos preferem ficar reinventando a realidade a todo momento. Vamos ser sinceros, muitos procuram construir seus negócios sobre os fundamentos da mentira.

O pior é que uma mentira puxa a outra e no final o negócio todo está comprometido.

Ser honesto consigo mesmo é ter caráter. Reconhecer seus limites e ter consciência de sua realidade. Conhecer bem o seu potencial e não se iludir imaginando ser o rei da baixa-corte. É apenas dono de um negócio, e que vai muito bem.

A sinceridade anda junto com a honestidade. Dizem que a palavra “sincero” significa “sem cera”.

O matemático Malba Tahan afirma que a palavra “sincero” teria sido inventada pelos romanos, que fabricavam vasos com um tipo de cera especial. Algumas vezes esta cera era tão pura que os vasos ficavam transparentes e era possível distinguir os objetos no seu interior. Neste caso se dizia que o vaso até parecia “sem cera”. Por isso a sinceridade ficou conhecida como a qualidade das pessoas que são verdadeiras, transparentes, leais, honestas.

Ser honesto não significa dizer sempre toda a verdade a qualquer pessoa. Isto pode ser ingênuo e imprudente. Temos o direito a restrição, e a honestidade inclui outras virtudes, como o discernimento e a prudência. Por exemplo, a verdade dita em hora inoportuna para determinada pessoa pode provocar um mal maior.

Como se tornar um líder honesto?

Reconheça que a verdade vale mais do que as aparências. Invista na qualidade real de sua personalidade. Seja uma pessoa de caráter. Seja sincero e transparente. Fuja da mentira. Cultive a honestidade. Siga um Código de Ética. Seja uma pessoa confiável. Saiba como dizer a verdade, mesmo que isto signifique dizê-la aos poucos.

Fonte: Alguns conceitos extraídos do livro “As sete virtudes do líder amoroso”.

AS SETE VIRTUDES DO LÍDER AMOROSO, LIDERANÇA

O Líder Discreto.

Não revele seus segredos mais íntimos. Preserve seus mistérios e planos. Seja um estrategista. Haverá um momento certo para falar. Grandes ideias podem levar um pouco mais de tempo para ganhar vida. Lembre-se da lição do “Líder Paciente”.

Vivemos em um tempo no qual a intimidade é permanentemente invadida. Os paparazzi gostam de invadir a privacidade e brincar com a vida pessoal das celebridades. Quem não se lembra que foi fugindo destes incômodos que a princesa Lady Diana perdeu a vida!?

Eu fiz um vídeo sobre essa estória, veja aqui: O que podemos aprender com a história da Princesa Diana

O líder discreto sabe como preservar sua família e seus amigos de sua vida pública. Não tem jeito, todo grande artista ou empresário acaba exposto pela mídia. Mas seu filho recém-nascido não tem nada a ver com isso. Você tem o direito de não revelar todos os seus segredos.

O sucesso é bem diferente da fama. Os verdadeiros líderes são bem-sucedidos. Os outros buscam os holofotes e as manchetes. Até conseguem. Mas vale a pena?

Sucesso é alcançar o seu objetivo. Fama é apenas tornar-se conhecido.

O bom mesmo seria alcançar o sucesso sem a fama. O ideal é ir ao supermercado ou ao shopping sem ser reconhecido.

O líder ideal é aquele que busca o sucesso, se possível de modo discreto!

E isso incluí respeitar também a vida privada dos outros. Não dá continuidade aos boatos e fofocas que ouviu. E você deve saber que falar da vida dos outros é um vício. É exatamente o contrário da virtude que estamos comentando nesse post. Este vício mata na raiz a sua capacidade de torna-se um líder eficaz e discreto.

O líder deve estar sempre muito atento aos membros da sua equipe também, pois a fofoca pode tornar-se um vício coletivo e até mesmo um modo de ser daquele ambiente. Quando chegamos a esse ponto, o corpo social, antes coeso, começa a se desintegrar, pois ninguém mais confia em ninguém, e para reverter essa situação o remédio é amargo.

Sempre existe uma origem dos boatos; uma alma perversa que alimenta este círculo vicioso. Encontre esta célula cancerígena e “faça a cirurgia”. Mostre claramente o que está acontecendo e o porque esta pessoa foi desligada da empresa. Isso tem efeitos colaterais, mas se você não for rápido, pode ser tarde demais.

Como se tornar um líder discreto?

Preserve sua intimidade. Respeite a intimidade das outras pessoas. Interrompa sempre o círculo vicioso dos boatos. Dê um tempo para a gestação de novos projetos, lembre-se da lição da paciência e viva o tempo da intuição sem pressa. Evite contar tudo para todos. Tenha o par de orelhas de um amigo que você possa compartilhar seus segredos sem medo de ser traído. Perdoe. “Amorize” seu coração. Abra espaço interior para aquilo que realmente vale a pena. Não se iluda com a fama, ela é efêmera. Busque o sucesso, este permanecerá.

Fonte: Alguns conceitos extraídos do livro “As sete virtudes do líder amoroso”.

AS SETE VIRTUDES DO LÍDER AMOROSO, LIDERANÇA, LIVROS

O Líder Paciente.

O líder paciente é alguém que desenvolveu a habilidade fundamental de fazer a coisa certa, do jeito certo, na hora certa. Em outras palavras, poderíamos dizer que ele tem o senso de oportunidade. Não é precipitado. Não precisa provar nada para ninguém. Sabe perder pequenas oportunidades para ganhar mares mais distantes. Uma de suas grandes virtudes é a esperança.

O líder paciente sabe que por vezes é necessário esperar. Compensações positivas valem o preço da espera. Todos acabam ganhando quando o negócio é feito com paciência. Ou se ganha, ou se ganha! Mas os apressados não entendem essa equação.

O líder paciente sabe que o tempo gasto em seu escritório para planejar não é inútil. É preciso estabelecer metas de curto, médio e longo prazo e descobrir os meios para alcançá-las. Para fazer isso de modo corporativo o líder terá que exercitar sua paciência em muitas reuniões. Se ele quiser fazer tudo sozinho, estará condenado ao fracasso. Mas nem sempre seus colaboradores entenderão as metas de longo prazo que exigem investimentos sem retorno no momento presente. Muitos foram criados na cultura do “aqui e agora”.

Mas lembre-se que a espera paciente é apenas uma forma de reservar as energias para o bote. E não pense que os pacientes são pessoas sem iniciativa. Na verdade são altamente agressivos. A espera os faz carregar as baterias e os enche de energia.

Respira funde e espere a hora oportuna. Acredite que a oportunidade virá. Seja um agente pacificador do ambiente onde você vive. Crie vínculos de cordialidade entre as pessoas. Conduza a empresa como um corpo coeso e harmônico. Não tenha medo de desaparecer e de até ser esquecido. A autonomia responsável e eficaz dos liderados é a glória do líder. E não se esqueça: invista todo tempo necessário para planejar!

Fonte: Alguns conceitos extraídos do livro “As sete virtudes do líder amoroso”.

 

AS SETE VIRTUDES DO LÍDER AMOROSO, LIDERANÇA

O Líder Solidário.

Quer a fórmula do fracasso? 

Pense apenas no seu negócio. Seja egoísta. Use todos os recursos do planeta sem pensar na próxima geração.

Quer a fórmula do sucesso?

Pensar global e agir local. Isto é SER solidariedade.

A solidariedade não é um ato que se pratica, a solidariedade é SER solidário. Fazer, agir, sem esperar recompensas, ajudar as pessoas por prazer.

O líder solidário é alguém que “sabe cuidar”. Ele cultiva as pessoas, os relacionamentos, os ambientes, e a si mesmo. Existem basicamente dois modos de ser no mundo: o trabalho e o cuidado. Não é exatamente isso que vivemos todos os dias? Empreendedores têm a grande tentação de descambar para o Ser Trabalho, esquecendo que esta é somente metade de sua essência.

Precisamos transformar a Terra por meio de nosso trabalho, mas sem esquecer que somos transformados por ela através das leis antropológicas do Cuidado.

A modernidade tem este pé-de-barro. Organizou e funcionalizou as relações de produção e trabalho, mas se esqueceu que o Cuidado é essencial.

Com a invenção da máquina a vapor, um homem passou a ser capaz de fazer o que antes demandava quinze pessoas. A promessa era que com esse progresso haveria mais tempo para o divertimento. Ilusão. Hoje, um computador ocupa o lugar de centenas de pensadores, e os escravos destas máquinas geralmente trabalham muito mais do que os operadores das máquinas a vapor.

Chaplin profetizou esta realidade com precisão cirúrgica em seu clássico Tempos Modernos.

O líder está disposto a virar o jogo e garantir o Cuidado Solidário como dimensão essencial da vida.

Solidariedade é muito mais profunda do que um simples adjetivo bem aceito em qualquer campanha de marketing do tipo: gincana solidária, natal solidário… Após encher aquela caixa com agasalhos para o inverno dos necessitados, sentimos nossa consciência anestesiada pela sensação de dever cumprido. Errado. Solidariedade não é a retórica ou assistencialismo sazonal. É uma das virtudes fundamentais dos novos líderes de que o mundo precisa: eficientes e amorosos.

Como se tornar um líder solidário?

Evite a ilusão de querer ser um super-homem ou uma super mulher. Isto só funciona nos filmes. É preferível estimular o espírito de corpo e colocar todo mundo para “carregar o balaio”. Não o leve sozinho. Liderança não é isso. Você foi feito para solidificar o grupo. É agente de solidariedade. Este é o sinal do seu sucesso: um grupo coeso caminhando na direção da meta. Se estiver com dificuldade, um dia desses procure um necessitado e peça ajuda. Costuma funcionar!

Fonte: Alguns conceitos extraídos do livro “As sete virtudes do líder amoroso“.

AS SETE VIRTUDES DO LÍDER AMOROSO

O Líder Confiante.

O líder confiante é um “profeta” que viveu o passado, conhece o presente, e sabe o que virá pela frente; é um “cientista” que procura melhorar o padrão da sua oferta por meio da técnica; é uma pessoa que acredita naquilo que faz: tem fé!

Confiança tem a ver com visão. E a liderança pode ser incansável quando tem como fundamento uma “visão”. Qualquer empresário/líder de sucesso deve transmitir sua visão aos que vêm atrás. Ela é o fundamento da “missão”, que não é mais do que a elaboração operacional de visão. Como caçar a lebre? Esta é a missão. Mas como é mesmo esta lebre? Existe? Esta é a visão.

Tenha sua própria visão e corra atrás. Confie. Antes do final da tarde, a lebre será somente sua, pois os outros cachorros já terão voltado para casa. Eles nunca querem perder a ração das seis horas.

Os milagres acontecem depois das certezas.

Líderes que arriscam generosamente têm a virtude fundamental da confiança, que é o alicerce da sua perseverança.

Como se tornar um líder confiante?

Acredite em sua visão e exercite o seu olhar.
Tenha um tempo para você. Saiba que as grandes intuições nascem do ócio criativo. É bom ter um rito para isso, ou seja, um ritmo, que inclui um tempo e lugar predeterminados. Todo dia, das dez horas às dez e meia, sua família saberá que você está sentado na sua poltrona em meditação. É o seu santuário diário. É o respiro da alma. Seja uma pessoa de fé.

Fonte: Alguns conceitos extraídos do livro “As sete virtudes do líder amoroso“.

AS SETE VIRTUDES DO LÍDER AMOROSO

O Líder Comunicativo.

“Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos se não tiver o amor, sou como o bronze que soa, ou como o címbalo que retine.”

A primeira virtude fundamental de um líder é a capacidade de se comunicar. Não basta fazer barulho como um sino. É preciso aprender o jeito certo de ouvir e de falar…

O PRINCÍPIO DA MEDIOCRIDADE E DA SABEDORIA

O líder arrogante imagina que sabe tudo sobre o seu produto e sobre o seu negócio. Está sempre disposto a dar uma resposta. Tem muitas dificuldades para fazer perguntas. Monopoliza o tempo das reuniões com intermináveis discursos. Seu orgulho é o princípio de sua mediocridade, pois quem pensa que tudo sabe não tem espaço para aprender e fica escravo de sua própria ignorância.

O líder nato (ou amoroso) é humilde. Está disposto a aprender sempre mais. Tem o hábito de fazer muitas perguntas, mesmo aos que sabem menos do que ele. Quem ama ouve respostas, aprende lições, pergunta o porquê (e não apenas impõe). Sua humildade é o principio da sua sabedoria, pois quem sabe que não sabe abre espaço na mente para aprender sempre mais.

O líder comunicativo precisa voltar a ser criança se quiser aprender os mais diversos tipos de linguagens, inclusive idiomas. Precisa voltar a aprender a perguntar e não apenas falar e impor.

Só aprendemos se ouvimos e falamos. Nossas escolas nos “adultecem” demais. Somos obrigados a ficar calados diante de alguém que pensa que sabe tudo e acaba nos contaminando com suas lições. Por sorte esquecemos boa parte do que aprendemos. Seria insuportável viver com tantos teoremas e regras de gramática. Quase não aprendemos das coisas mais importantes da vida, como é o caso da comunicação.

No princípio da boa comunicação há sempre uma ótima pergunta. Quem souber fazê-la abrirá caminho para o próprio sucesso. O filósofo grego Sócrates já andava peripateticamente ao redor da praça com seus alunos fazendo perguntas, de modo que o conhecimento nascia no diálogo.

Após ouvir, o líder comunicativo passa tudo pelo crivo de uma série de filtros, para que não fique disperso em meio a um tiroteio de sugestões desordenadas. Ele aproveita o que é possível e muitas coisas simplesmente vão para a lixeira.

O líder comunicativo, em muitas situações, ouve até o que as pessoas não dizem. É intuitivo. Muitas vezes, a mensagem mais importante é a que está sepultada no silêncio. Muitas pessoas tem dificuldade de expressar suas necessidades. Quando um líder exercita essa “empatia” e sabe ler o coração do outro, ganhou um liderado fiel.

No processo do diálogo interferem alguns elementos secundários, mas muito importantes: o olhar, o tom de voz, a atenção. Uma técnica infalível é repetir com suas palavras a resposta do outro.

A boa comunicação tem outro elemento fundamental: o humor.
Quem sorri quando fala multiplica por 10 a capacidade de atingir o interlocutor. Não se trata de fazer piada, ou utilizar a técnica da ironia ou cinismo. Estas, ao contrário, são barreiras que se tornam verdadeiros obstáculos para a comunicação.

Não basta comunicar do jeito certo. É necessário ter conteúdo.
No fim do processo o que ficará mesmo é a mensagem.
Se o produto não for bom de nada valerá o belo embrulho.

Fonte: Alguns conceitos extraídos do livro “As sete virtudes do líder amoroso“.