COMO FAZER AMIGOS E INFLUENCIAR PESSOAS, LIVROS

Um modo fácil de ser um bom conversador – Parte2 / Princípio4

Bem-vindo ao resumo do livro “Como fazer amigos e influenciar pessoas”.

Tentei extrair o melhor de cada capítulo e inserir comentários que possam contribuir para o fácil entendimento do conteúdo.

PARTE 2 – Seis maneiras de fazer as pessoas gostarem de você.

Seja um bom ouvinte, incentive as pessoas a falarem sobre elas mesmas”.

Ouvir atentamente! Esta é uma característica que você nunca esquece sobre alguém. Eu tinha um chefe assim, e sempre elogiava e ouvia elogios sobre essa qualidade dele, me inspirou a ser assim também, e claro, ser verdadeiramente interessada na outra pessoa, pois no final das contas, é isso que fará a diferença, e que definirá se essa pessoa é mesmo digna ou não.

Mas pensando bem, eu sempre fui uma ótima ouvinte, sempre escutei mais do que falei sobre mim… e eu utilizo isso com os clientes também, muitos deles só querem desabafar, reclamar de algo, enfim… e quando você escuta, esse simples ato já ameniza muita coisa.

Ser um bom ouvinte e incentivar as pessoas a falarem – essa espécie de atenção é uma das mais altas considerações que podemos prestar aos outros.

Muitas pessoas deixam de causar uma boa impressão porque não ouvem atentamente. Caramba, e pensando bem, isso acontece muito! Ficam tão interessadas no que vão dizer que acabam não abrindo os seus ouvidos.

E as pessoas, no geral, não querem conselhos, querem apenas um bom ouvinte. É isso que, frequentemente, todos os clientes irritados querem, bem como o empregado insatisfeito ou um amigo magoado.

Então, para ser uma pessoa interessante, precisamos ser interessados. Faça perguntas em que o outro sinta prazer em responder. Incentive-o a falar sobre si mesmo e sobre os seus assuntos prediletos.

No livro tem uma receitinha de como fazer as pessoas correrem de você: nunca se mostre disposto a ouvir alguém por muito tempo. Fale incessantemente sobre você mesmo. Se tiver uma ideia, enquanto a outra pessoa estiver falando, não espere que ela termine. Ela não é tão interessante como você. Por que gastar seu tempo ouvindo sua tagarelice? Adiante-se logo, interrompendo-a no meio da sentença.

Você conhece alguém assim?

São importunos, importunos intoxicados com o próprio ego! Vamos tomar cuidado para não nos tornarmos um desses! A habilidade de ouvir parece ser mais rara do que qualquer outra boa maneira.

Concorda? Deixe sua opinião nos comentários. 😉

Fonte: Alguns conceitos extraídos do livro “Como fazer amigos e influenciar pessoas”.

 

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COMO FAZER AMIGOS E INFLUENCIAR PESSOAS, LIVROS

Se você não fizer isso, será dominado por complicações – Parte2 / Princípio3

Bem-vindo ao resumo do livro “Como fazer amigos e influenciar pessoas”.

Tentei extrair o melhor de cada capítulo e inserir comentários que possam contribuir para o fácil entendimento do conteúdo.

PARTE 2 – Seis maneiras de fazer as pessoas gostarem de você.

Lembre-se que o nome de uma pessoa é para ela o som mais doce e mais importante que existe em qualquer idioma”.

Trate todos pelo nome, a regra é simples, mas o trabalho é penoso. Você até consegue tratar pelo nome aqueles com o qual tem bastante contato, não é fácil esquecer o nome dessas pessoas, mas e aquelas que você vê poucas vezes, ou que viu apenas uma vez e que acha que não verá novamente, e talvez por isso não dê tanta importância em guardar seu nome. Pois bem, os que conseguem se lembrar do nome das pessoas que viram apenas uma vez são os mais bem sucedidos no quesito “fazerem as pessoas gostarem de você”. E isso não é bobeira não, Lembre-se que o nome de uma pessoa é para ela o som mais doce e mais importante que existe em qualquer idioma.

Um rapaz chamado Jim Farley, um vendedor, criou um sistema para relembrar o nome das pessoas. Ele disse que no começo era muito simples. Todas as vezes que travava uma nova amizade, procurava saber o nome completo da pessoa, quantos membros tinha na família, a natureza de seus negócios e suas ideias políticas. Gravava bem na mente todos esses fatos, como parte do retrato do novo conhecido, e, na vez seguinte em que encontrava a pessoa, mesmo que fosse um ano mais tarde, tinha facilidade em dar-lhe uma pancadinha nas costas, perguntar depois pela esposa e os filhos e sobre as plantas no jardim.

Jim Farley cedo verificou que a pessoa comum é mais interessada no seu próprio nome do que em todos os outros nomes da terra juntos.

Lembre-se do nome, chame-o facilmente e terá prestado a qualquer pessoa um sutil e muito eficiente cumprimento. Mas esquecê-lo ou chamá-lo por nome diferente é colocar-se numa grande desvantagem.

Às vezes, não é fácil lembrarmos um nome, principalmente se ele é de pronúncia difícil. Em vez de tentar decorá-lo, muita gente o ignora ou chama a pessoa por um apelido que seja mais fácil. A maioria das pessoas se esquece dos nomes pela simples razão de não dedicar a esse exercício o tempo e a energia necessários para concentrar, repetir e gravar os nomes na memória.

Metade das vezes que somos apresentados a um estranho, falamos-lhe alguns minutos, e não podemos sequer lembrar seu nome quando nos despedimos.

Uma das primeiras lições que um político aprende é a seguinte: “Lembrar-se do nome de um eleitor é conquistá-lo. Esquecer é perdê-lo”. E a habilidade de lembrar nomes é quase tão importante nos negócios e nos contatos sociais como na política.

Napoleão III, imperador da França e sobrinho do grande Napoleão tinha uma técnica simples: Se não ouvia o nome de alguém perfeitamente, dizia: “Perdão. Não ouvi bem seu nome”. Se era um nome não muito comum costumava dizer: “Como se escreve?” Durante a conversa, preocupava-se em repetir o nome várias vezes, e procurava associá-lo na mente com alguns sinais característicos da pessoa, expressão e aparência geral.

Fica aí a dica! 😉

Fonte: Alguns conceitos extraídos do livro “Como fazer amigos e influenciar pessoas”.

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Um jeito simples de causar uma boa primeira impressão – Parte2 / Princípio2

Bem-vindo ao resumo do livro “Como fazer amigos e influenciar pessoas”.

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PARTE 2 – Seis maneiras de fazer as pessoas gostarem de você.

“Sorria!”.

Ações falam mais alto que palavras e um sorriso diz: “Gosto de você. Você me faz feliz. Estou satisfeito por vê-lo”.

Um sorriso insincero? Não. Este não engana ninguém. Nós conhecemos e sentimos quando ele é mecânico. Estamos falando aqui é sobre um sorriso verdadeiro, um sorriso que traz calor no coração, um sorriso que vem de dentro…

“As pessoas que sorriem tendem a dirigir, ensinar e vender com muita eficiência, além de criar filhos mais felizes”. James V. McConnel

O efeito de um sorriso é poderoso – mesmo quando não pode ser visto. As companhias telefônicas em todos os EUA mantêm um programa chamado de “a força do telefone” e que é dado aos empregados que utilizam o telefone para vender seus produtos ou seus serviços. Nesse programa, pedem-lhe que, ao falar ao telefone, você sorria. Seu “sorriso” é transmitido pela sua voz.

Você não gosta de sorrir? Então, obrigue-se a sorrir, sorrir também é um hábito que você pode adquirir.

“…o soberano e voluntário caminho para o bom humor, se o nosso foi perdido, é proceder alegremente, agindo e falando como se o bom humor já estivesse lá”. William James

Todos buscam felicidade e existe um caminho certo para encontrá-la. É pelo controle dos seus pensamentos. A felicidade não depende de condições externas. Depende de condições internas, segundo o psicólogo e filósofo William James.

Não é o que você tem, ou quem você é, ou onde você está ou o que você está fazendo que o tornam feliz ou infeliz. É o que você pensa sobre isso. Por exemplo, duas pessoas podem estar no mesmo lugar, fazendo a mesma coisa, ambas podem ter uma igual quantidade de dinheiro e prestígio – e entretanto uma pode ser extremamente infeliz e a outra feliz. Mas por que? Devido a uma diferença de atitude mental.

“Nada é bom ou mau, nosso pensamento é que o faz.” Shakespeare

Você deve sentir prazer ao encontrar pessoas que você sabe sentirem grande prazer em vê-lo, não é mesmo?

Então vou deixar aqui um desafio pra essa semana: Sorriam a toda hora do dia para alguém durante uma semana, exemplos pra ficar mais fácil, as pessoas que moram com você podem receber um sorriso, o porteiro do seu prédio junto com um “Bom Dia”, o cobrador do ônibus, seus colegas de trabalho, enfim, é possível. Depois voltem aqui e nos contem os resultados. 😉

Seu sorriso é o mensageiro de suas boas intenções, lembre-se disso!

Fonte: Alguns conceitos extraídos do livro “Como fazer amigos e influenciar pessoas”.

COMO FAZER AMIGOS E INFLUENCIAR PESSOAS, LIVROS

Faça isso e será bem recebido em toda parte – Parte2 / Princípio1

Bem-vindo ao resumo do livro “Como fazer amigos e influenciar pessoas”.

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PARTE 2 – Seis maneiras de fazer as pessoas gostarem de você.

Torne-se verdadeiramente interessado na outra pessoa”.

Por que não estudar a técnica do maior conquistador de amigos que o mundo já conheceu? Quem é ele? O cachorro, é claro!

O cachorro sabe, por algum instinto divino, que qualquer indivíduo pode fazer mais amigos em dois meses, tornando-se verdadeiramente interessado nas outras pessoas, do que um outro em dois anos procurando fazer as outras pessoas tornarem-se interessadas nele.

Se nós apenas procurarmos impressionar as pessoas e fazer com que elas se interessem por nós, nunca teremos muitos amigos verdadeiros e sinceros. Amigos, amigos verdadeiros, não se conseguem com tal processo.

Todos nós – sejamos o açougueiro ou o padeiro, ou um rei, uma rainha – todos nós gostamos das pessoas que nos admiram.

Se quisermos conseguir amigos, coloquemo-nos à disposição de outras pessoas para fazer por elas certas coisas, que requeiram tempo, energia, desprendimento e meditação.

Se quisermos fazer amigos, devemos saudar as pessoas com animação, satisfação, e entusiasmo.

Se você mostrar um verdadeiro interesse pelas outras pessoas, não apenas conquistará amizades como também atrairá clientes para a sua empresa.

Uma demonstração de interesse, como todos os princípios das relações humanas, deve ser sincera. Deve recompensar não apenas a pessoa que se mostra interessada, mas também a pessoa objeto de atenção. Ambas as partes se beneficiam.

“Estamos interessados nos outros, quando eles se interessam por nós”. Publius Sirus

Se quiser que as pessoas gostem de você, se quiser aprofundar verdadeiras amizades, se quiser ajudar as outras pessoas e ao mesmo tempo ser ajudado por elas, procure lembrar-se deste princípio: Torne-se verdadeiramente interessado na outra pessoa.

Esse é o resumo da 2º parte do livro e referente ao principio 1.

E se você gostou e te ajudou de alguma forma, por favor, compartilhe com outras pessoas. 😉

Até mais!

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Desperte um forte desejo na outra pessoa – Parte1 / Princípio3

Bem-vindo ao resumo do livro “Como fazer amigos e influenciar pessoas”.

Tentei extrair o melhor de cada capítulo e inserir comentários que possam contribuir para o fácil entendimento do conteúdo.

PARTE 1 – Técnicas fundamentais para lidar com pessoas.

Desperte um forte desejo na outra pessoa”.

Naturalmente você está interessado no que quer. Mas apenas você. Ninguém mais. Estamos todos interessados no que nós queremos.

Assim, o único meio existente para influenciar uma pessoa é falar sobre o que ela quer.

Cada ato que você realizou, desde o dia em que nasceu, foi porque você queria alguma coisa. Até mesmo naquela vez em que você deu algum dinheiro à doação, foi porque você queria praticar uma ação bonita e altruísta. Se você não se sentisse melhor com tal ação do que permanecer com o dinheiro, não o teria dado.

Harry Overstreet disse: “a ação emana daquilo que fundamentalmente desejamos… e o melhor conselho que se pode dar às pessoas que têm necessidade de convencer alguém, é despertar na outra um desejo ardente”.

Você quer persuadir alguém a fazer alguma coisa? Antes de abordar o assunto, faça a si mesmo a pergunta: “Como poderei fazer com que ele queira isto?” Uma pergunta assim evitará a nossa pressa e a falta de tato com outras pessoas, tagarelando futilmente apenas sobre nossos desejos.

“Se há algum segredo de sucesso, ele consiste na habilidade de apreender o ponto de vista da outra pessoa e ver as coisas tão bem pelo ângulo dela como pelo seu”. Henry Ford

O mundo está cheio de pessoas exploradores e que só olham pra si. Por isso, o raro indivíduo que desinteressadamente deseja ser útil aos outros desfruta enormes vantagens. E assim como eu, você deve estar pensando, “Meu Deus, que mensagem estou passando para as pessoas? Será que estou pensando só em mim?” E isso é bom, pois dessa forma podemos diariamente melhorar nossas ações.

Considerar o ponto de vista alheio e despertar no outro o desejo de possuir algo não deve ser entendido como manipulação. Numa negociação, ambas as partes devem sair beneficiadas.

Lembre-se: “Primeiro: despertar na outra pessoa um ardente desejo. Aquele que conseguir isso terá o mundo ao seu lado. Aquele que não o conseguir trilhará um caminho isolado”.

Com esse post concluímos as primeiras 3 técnicas para lidar com as pessoas:

Princípio 1: Não critique, não condene, não se queixe.

Princípio 2: Aprecie honesta e sinceramente.

Princípio 3: Desperte um forte desejo na outra pessoa.

No próximo post iniciaremos a Parte 2 do livro “Como fazer amigos e influenciar pessoas”. Na segunda parte o autor apresenta 6 maneiras de fazer com que as pessoas gostem de você.

E se você está gostando dessa série com o resumo dos capítulos, por favor, compartilhe com outras pessoas! 😉

Até mais!

Fonte: Alguns conceitos extraídos do livro “Como fazer amigos e influenciar pessoas”.

COMO FAZER AMIGOS E INFLUENCIAR PESSOAS, LIVROS

O grande segredo de tratar com as pessoas – Parte1 / Princípio2

Bem-vindo ao resumo do livro “Como fazer amigos e influenciar pessoas”.

Tentei extrair o melhor de cada capítulo e inserir comentários que possam contribuir para o fácil entendimento do conteúdo.

PARTE 1 – Técnicas fundamentais para lidar com pessoas.

“Aprecie honesta e sinceramente”.

Só existe um meio de conseguir que alguém faça algo. Você já pensou sobre isso? Apenas um único meio. E este meio é conseguir que a pessoa queira fazer.

Não existe outro caminho, existe? E eu estou falando da pessoa realmente querer fazer, e o único processo pelo qual posso conseguir que você faça alguma coisa é dando-lhe o que você quer.

O que você quer?

Segundo o autor do livro, quase todo adulto normal deseja:

Saúde e preservação da vida; Alimento; Repouso; Dinheiro e as coisas que o dinheiro pode proporcionar; Vida futura; Satisfação sexual; O bem-estar dos filhos; E uma sensação de importância;

O que quer você?

E quase todos esses desejos são satisfeitos – todos, menos um. E esse é o “desejo de ser importante”, esse raramente é satisfeito. Este desejo faz você querer usar roupas da última moda, dirigir os carros lançados mais recentemente e falar sobre os seus inteligentes filhos.

Muitas pessoas ficam até doentes em função do desejo de conquistar simpatia e atenção, e desfrutar um ar de importância. A história está cheia de exemplos de pessoas famosas lutando para se sentirem importantes.

Se muitas pessoas vivem tão desejosas de consideração que chegam a se tornar desequilibradas mentalmente, imagina que milagres poderemos realizar dando às pessoas uma apreciação honesta.

Um dos primeiros homens da área comercial nos EUA a receber um salário superior a um milhão de dólares anualmente (isso há muito tempo atrás), e para trabalhar em uma empresa de manufatura do aço do qual ele não entendia de aço mas foi contratado pela sua habilidade em tratar com as pessoas.

Vou deixar a foto dele aqui na tela… Seu nome, Charles Schwab. 

Charles Schwab Opens New Flagship Branch In San Francisco

E quando perguntado como ele fazia isso, ele disse:

“Considero minha habilidade em despertar o entusiasmo entre os homens a maior força que possuo, e o meio mais eficiente para desenvolver o que de melhor há em um homem é a apreciação e o encorajamento”, disse Schwab. “Não há meio mais capaz de matar as ambições de um homem do que a crítica dos seus superiores. Nunca critico quem quer que seja. Acredito no incentivo que se dá a um homem para trabalhar. Assim, sempre estou ansioso para elogiar, se gosto de alguma coisa, sou sincero na minha aprovação e no meu elogio”.

Mas o que faz a média dos homens? Exatamente o oposto. Se não gosta de qualquer coisa, investe contra o subordinado; mas, se gosta, não diz nada.

E isso se repete em todos os tipos de relacionamentos. Há alguns anos, realizou-se um estudo sobre esposas que abandonavam os maridos, qual foi a conclusão a que se chegou? “Falta de reconhecimento”. E talvez o contrário levaria a mesma conclusão.

“O mal fiz uma vez, e nisso sempre falaram; o bem fiz duas vezes, mas nisso nunca falaram.”

No geral, nos acostumamos tanto com a presença das outras pessoas, que nunca lembramos de dizer o quanto as estimamos.

E em nenhum momento estamos falando de bajulação, estamos falando aqui de prestar uma sincera consideração, de apreciar honestamente.

E qual a diferença entre o elogio e a bajulação? É simples, um é sincero e a outra é falsa.

Pra terminar, vou deixar uma dica de como podemos iniciar esse hábito e inserir no nosso dia a dia o gesto de elogiar. É bem simples, em toda ocasião, com certeza, vai ter algo pra você elogiar sinceramente, basta olhar com mais atenção. Por exemplo, sempre que você for a um restaurante e a comida estiver maravilhosa, peça para o garçom transmitir seu elogio ao cozinheiro.

Ou quando no final de um dia de trabalho, que é quando as pessoas já estão cansadas, e alguém mostrar de uma gentileza incomum, não esqueça de mencioná-la.

Ou mesmo ao chegar em casa, e sua esposa ou marido, tenha preparado algo pra você, seja um jantar, ou apenas um suco, não esqueça de agradecer.

Todo ser humano deseja ouvir uma palavra que os valorize.

Você já agradeceu ou elogiou alguém hoje?

O ensinamento deste post: Aprecie honesta e sinceramente.

Fonte: Alguns conceitos extraídos do livro “Como fazer amigos e influenciar pessoas”.

COMO FAZER AMIGOS E INFLUENCIAR PESSOAS, LIVROS

Não critique, não condene, não se queixe – Parte1 / Princípio1

Bem-vindo ao resumo do livro “Como fazer amigos e influenciar pessoas”

Tentei extrair o melhor de cada capítulo e inserir comentários que possam contribuir com o fácil entendimento do conteúdo.

PARTE 1 – Técnicas fundamentais para lidar com pessoas.

“Se quer tirar o mel, não espante a colmeia”.

Eu aprendi com o famoso psicólogo Skinner, que um animal que é recompensado pelo bom comportamento aprenderá com maior rapidez e reterá o conteúdo aprendido com maior habilidade do que um animal que é castigado por mau comportamento. Estudos mostram que o mesmo se aplica ao homem. Através da crítica não operamos mudanças duradouras e consequentemente ocorre o ressentimento.

A crítica é fútil, porque coloca o homem na defensiva, e, comumente, faz com que ele se esforce para justificar-se. A crítica é perigosa, porque fere o precioso orgulho do indivíduo, alcança o seu senso de importância e gera o ressentimento.

“Com a mesma intensidade da sede que nós temos de aprovação, tememos a condenação”. Hans Selye 

O ressentimento que as críticas geram podem desmoralizar os empregados, os membros de uma família e os amigos, e ainda assim não melhorar a situação.

Tenhamos em mente que a pessoa a quem vamos criticar e condenar, provavelmente, se justificará e, nos condenará de volta.

Você conhece alguém a quem deseja modificar, aconselhar e melhorar? Sim? Isso é muito bom! Pois eu também… Eu estou fazendo isso nesse exato momento, e na verdade, pra ser bem sincera, eu faço isso de trocar e transmitir conhecimento porque eu quero melhorar a mim mesma, é isto que eu também estou fazendo, quando eu transmito, eu aprendo, habilidade aprendedora/educadora. Pra mim, esse é o meio mais fácil de aprender, tentando ensinar outras pessoas.

Mas antes de tudo devemos começar por nós mesmos, de um ponto de vista eminentemente egoísta é muito mais proveitoso do que experimentar melhorar os outros, e um pouco menos perigoso.

Se você e eu quisermos evitar amanhã um ressentimento que poderá prolongar-se por décadas e durar até a morte, sejamos indulgentes e não critiquemos, pois assunto nenhum justifica a crítica.

E pra ficar claro, estamos falando aqui daquelas críticas que diariamente temos vontade de profanar, aquelas críticas que fazemos quando queremos desabafar, principalmente, e afrontar. Na minha opinião, as críticas que chamamos de construtivas são muito importantes, são elas que fazem as coisas andar, e nos fazem crescer. Então, temos que ter sabedoria pra saber diferenciar.

Sempre que pensarmos em fazer uma crítica devemos lembrar que estamos tratando com pessoas que são emotivas por natureza, suscetíveis às observações norteadas pelo orgulho e pela vaidade.

Qual foi o segredo do sucesso de Benjamin Franklin?

“Não falarei mal de nenhum homem” disse ele, e “falarei tudo de bom que souber de cada pessoa”.

Em lugar de condenar os outros, procuremos compreendê-los. Procuremos descobrir por que fazem o que fazem. Essa atitude é muito mais benéfica e intrigante do que criticar; e gera simpatia, tolerância e bondade.

Conhecer tudo é perdoar tudo.

É bonito este ensinamento, não é mesmo? Sei que não é fácil simplesmente implantar isto em nossas vidas, como tudo que fazemos, tudo é hábito; e que tal começarmos aos pouquinhos, analisando nosso comportamento e agindo diferente de como estamos acostumados!? No começo vai ser estranho, difícil, mas tudo pode ser alterado, até nosso comportamento. 😉

Nosso primeiro ensinamento é: Não critique, não condene, não se queixe.

Fonte: Alguns conceitos extraídos do livroComo fazer amigos e influenciar pessoas”